Marketing para eventos: O seu convidado tem desejo de participar?

//Marketing para eventos: O seu convidado tem desejo de participar?

 

Está a fazer tudo direito.

O planeamento atempado, a contratação dos parceiros, o convite por email com uma imagem apelativa. A lista é extensa mas está a cumprir linha a linha. Nada parece ficar ao acaso.

As confirmações começam a chegar a um ritmo moderado. É preciso reforçar a comunicação.

O tempo passa e começa a apertar.
O seu cliente começa a pedir pontos de situação, contactos insistentes, “forcing” para que o evento possa ter o número de participantes definido.

Mas afinal o que é que está a falhar? Porque é que volta tudo ao mesmo, com os últimos dias a serem autênticas maratonas? Não está a fazer tudo de acordo com o Marketing para eventos?

O convidado ficou entusiasmado por poder participar?

Redes sociais, eventos de várias naturezas, pressão no trabalho e divisão do tempo em casa. O combate pela atenção das pessoas é agressivo. Quantos convites “caem” na nossa caixa de correio por semana? Porque é que o nosso há-de ser diferente, e como torná-lo diferente?

Resposta: a emoção da antecipação

Para quase todos as férias são momentos únicos, enebriantes, onde a brisa sopra, a montanha se derruba, a pista de neve preta é percorrida de forma graciosa. Mas para muitos a realidade não é esta: o carro avaria, a criança está com febre, e a neve não permite “aquela” descida. Mas o entusiasmo antes do evento está lá, e vive-se (e suspira-se) para esse momento.

Os organizadores de eventos têm uma vantagem: podem proporcionar um evento que corresponda ao desejo, mas para isso há que criar o desejo. Mas como?

– O email não é o único canal: uma carta com um teaser (sim, papel!), um SMS, a criação de um vídeo de apresentação. Todos nós somos “atingidos” de formas diferentes;

– Calendário editorial: nem todos estamos disponíveis sempre, por isso é importante além da diversidade, ter um planeamento de envios, consoante a altura da semana, do mês e mesmo relacionado com outros eventos ou momentos.

– Humor em doses certas – Pelo facto do evento ser corporativo, e dependendo da marca, não precisa de ser “cinzentão”. O humor vende, cativa, prende a atenção.

– Criação de grupos sociais fechados – Semanas antes do evento, crie conteúdos únicos para quem já se inscreveu nas redes sociais que só ele pode ver: dicas sobre o destino, teasers do produtos, sugestões para a zona, história, tudo o que possa transportâ-lo para o dia sem sair do seu lugar.

O evento começa quando a mente do convidado quiser

Parece moroso e caro? Não é o que os eventos lúdicos nos trazem? Desde os clubes de corrida de bairro, aos grupos dos amigos que jantam, aos encontros informais? Porque é que um evento mais corporativo tem de seguir as regras de há 10 anos?

Mas, o que se consegue?

Vamos lá:

– Vontade de participar e predisposição

– Recomendação e partilha (todos queremos partilhar o que nos entusiasma)

– Menor taxa de não comparência

– Assimilação da mensagem / conceito do evento – não há pior do que termos os convidados a saírem sem perceberem porque lá foram ou desinteressados

– Maior índice de satisfação

– Um posicionamento de criação de valor para o Organizador do evento e o desejo… de trabalharem consigo.

 

Boa semana, e deixem-nos a sonhar por participarem nos vossos eventos.

Por | 2016-02-22T08:20:34+00:00 Fevereiro 22nd, 2016|Eventos|0 Comments

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